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Archive for the ‘tango’ Category

Rodolfo Valentino, interpretado por Nureyev, dançando tango com Nijiski…

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capa da partitura do Tango “Sacatela Caretita”
Origem: http://www.todotango.com/

(…) El tango dio testimonio de esta manifestación del pueblo incorporando el carnaval y sus ritos, primero en sus títulos y, más tarde, en sus letras. En la década del veinte nacieron los mejores temas, muchos de los cuales se transformaron en clásicos(…)

leia o texto na íntegra em
http://www.todotango.com/spanish/biblioteca/cronicas/leyenda_carnaval.asp

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Em uma segunda-feira pela manhã, ao acordar, fui preparar o café antes de ir ao trabalho, acabei ligando a televisão no History Channel e me deparei com um documentário chamado “A História Secreta de Buenos Aires” . Em um episódio de uma hora acabei sabendo de coisas provavelmente que jamais saberia sobre Buenos Aires se fosse em a viagem turística, bem como sobre a lenda do mítico Gardel que, segundo algumas pessoas falam, havia sido assassinado no avião antes do mesmo cair no acidente em que  morreu anos atrás…
Aposto que você ficou curioso… Então dê uma olhada na tv ou acesse o site

Eu também fiquei surpreso ao saber de algumas histórias sobre Gardel e a “Era de Ouro” do tango, esse capítulo da serie é realmente muito bom para quem gosta de tango e de saber um pouco mais sobre a história da Argentina

O Resumo do site sobre o episódio:

“Conduzido por Daniel Malnatti, este episódio revela a verdadeira história dos túneis de Buenos Aires; o mistério sobre a morte de Gardel; a verdadeira origem do Bairro da Boca; a simbologia secreta de um dos edifícios mais famosos da cidade, e muitos outros relatos incríveis que aconteceram em cenários famosos, e que a maioria dos portenhos nem sequer imagina.”

Os próximos horários em que será exibido no history:

SÃO PAULO

Domingo 13/02/2011
19:00

SÃO PAULO

Segunda 14/02/2011
07:00

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Pelas minhas garimpadas pela web, falando com amigos de outros países, recebi algum tempo esta musica de minha hermanita Stella da Argentina, é de um cantor argentino chamado Coti, pouco conhecido por nós, brasileiros, mas a música é muito boa… e a montagem do vídeo e das fotos sobre dança também. Stella é uma das leitoras deste blog, embora ele não seja bilingue, ela se esforça para aprender portugês e acompanha as notícias aqui… segue abaixo o vídeo da música:

Bem que essa poderia ser a musica padrão do blog…

Uma otima semana a todos

“porque no hacen falta palabras de mas.
Bailemos…”

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Mais um artigo sobre os benefícios da dança de salão, agora relatando os efeitos terapêuticos do tango sobre pacientes, vítimas do mal de alzheimer.
Confiram:

http://www.lacapital.com.ar/contenidos/2008/01/09/noticia_0004.html

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Com o florescimento dos cabarés na década de 1920, a temática passou a ser o próprio ambiente cabaretero, local de luxo, com clientes de alto nível. O baile, ali, era público, com serviço de bar e orquestra, freqüentado por homens ricos com suas amantes e prostitutas de luxo, bebia-se champanha e se ouviam tangos…

Neste período o piano passou a integrar as orquestras tangueiras, conferindo ao gênero maior status e respeitabilidade, o tango adquiriu maior riqueza melódica e sonora e a temática enveredou por caminhos sentimentais e inofensivos, incluindo, ainda, imagens bucólicas de cenas nos pampas, de modo a agradar à oligarquia rural, freqüentadora regular do cabaré.


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Dentre os típicos personagens do arrabal, destaca-se a oposição entre o guapo ou compadre no papel de mocinhos/heróis, bem como o compadrito, o compadrón e o malevo como mal-feitores ou bandidos.

cuchillero

A partir da segunda metade do século XIX, surgiu o guapo ou compadre, como presença forte e influente do subúrbio. Temido e invejado, estava preso a um código moral que lhe exigia valentia e “macheza”. Não podia fugir a uma luta, sob pena de desonra. Também deveria lutar até a morte, caso alguém cobiçasse sua mulher. A polícia preferia evitar confrontos com ele. Caso sobrevivesse a muitos embates, chegada a velhice, tornava-se um patriarca e recebia o tratamento de Don. Então, passava o comando para um sucessor que, de acordo com as normas, deveria respeitá-lo.
O compadrito, por sua vez, era desprezado, apesar de ser temido, principalmente pelas mulheres, que subjugava à força. Procurava imitar o compadre, mas faltavam-lhe a conduta, a força de liderança e a honra que pontuavam a conduta daquele. Era fanfarrão, inventava façanhas, provocava brigas, puxava o punhal por qualquer motivo, mas fugia ao primeiro sinal de resistência. Vivia cercado de aduladores, ainda mais desprezíveis.

compadrito

Imitador do compadrito, o compadrón era um covarde travestido de valente. Contador de bravatas e traidor, ganhava a vida como guarda-costas dos compadres, delator de polícia, porteiro de bordel ou gerente de casas de jogo clandestino.
Como último na escala do desprezo social, estava o malevo, trapaceiro e desleal, delinqüente ou assassino de aluguel. Forte com os fracos e as mulheres, era o terror do cortiço e o primeiro a fugir com a chegada da polícia.
É neste decór que Jorge Luis Borges ambienta seu conto “El hombre de la esquina rosada”, em cujo fundo, quase podemos ouvir um tanguito …

Confira o texto:
El hombre de la Esquina Rosada

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