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Archive for the ‘Buenos Aires’ Category



“O QUE FAZ de um tango um tango não são as letras lamuriosas. O que faz de um tango um tango não é o Gardel morto que canta cada vez melhor. O que faz de um tango um tango não são os passos ensaiados na tradição. O que faz de um tango um tango não é a orquestra com o ar cansado de quem tudo já viu. O que faz de um tango um tango não são as pernas altas da dançarina, calçadas em meias pretas….”

Leia em texto na íntegra em:
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Em uma segunda-feira pela manhã, ao acordar, fui preparar o café antes de ir ao trabalho, acabei ligando a televisão no History Channel e me deparei com um documentário chamado “A História Secreta de Buenos Aires” . Em um episódio de uma hora acabei sabendo de coisas provavelmente que jamais saberia sobre Buenos Aires se fosse em a viagem turística, bem como sobre a lenda do mítico Gardel que, segundo algumas pessoas falam, havia sido assassinado no avião antes do mesmo cair no acidente em que  morreu anos atrás…
Aposto que você ficou curioso… Então dê uma olhada na tv ou acesse o site

Eu também fiquei surpreso ao saber de algumas histórias sobre Gardel e a “Era de Ouro” do tango, esse capítulo da serie é realmente muito bom para quem gosta de tango e de saber um pouco mais sobre a história da Argentina

O Resumo do site sobre o episódio:

“Conduzido por Daniel Malnatti, este episódio revela a verdadeira história dos túneis de Buenos Aires; o mistério sobre a morte de Gardel; a verdadeira origem do Bairro da Boca; a simbologia secreta de um dos edifícios mais famosos da cidade, e muitos outros relatos incríveis que aconteceram em cenários famosos, e que a maioria dos portenhos nem sequer imagina.”

Os próximos horários em que será exibido no history:

SÃO PAULO

Domingo 13/02/2011
19:00

SÃO PAULO

Segunda 14/02/2011
07:00

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 Concomitantemente ao período de aceitação do tango na sociedade portenha, constituíram-se novas variedades formais e temáticas do mesmo. Os temas passaram a refletir a vida simples no arrabalde, cantando o bairro, as mazelas dos cortiços, os amores juvenis, a garota ambiciosa que cai na vida, o vestido de percal, símbolo de pobreza, a rua, a lua, o farolito, o pátio, a janela e a sacada da amada, o bandônion e o realejo. Seus personagens são malevos, compadres, compadritos, minas e taitas, com suas broncas e entreveros.

“Cotorrita de la suerte” de Sigfredo Pastor

 Também surgiu o tango campestre, que trazia temas de cunho rural, retratando a situação do gaúcho, cuja identidade, nesta época, era híbrida. Forçado a viver nos arredores da cidade, já não era mais um gaucho, mas também não se sentia um paisano. Gostava do ócio, desdenhava o trabalho fixo, remunerado, os horários urbanos. Sentia-se meio pária, meio imigrante em sua própria terra.

  Do tango arrabalero, cuja melodia foi influenciada pela música internacional, principalmente francesa, surgiram duas outras correntes: o tango romântico e o tango para cantar, posteriormente conhecido como tango-canção, que passou a apresentar argumento, ou seja, início, meio e fim, transformando-se em uma crônica popular e melódica, testemunha da vida cotidiana.

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O emergente capitalismo industrial de Buenos Aires no início do Século XX também contribuiu para a popularização e aceitação do tango na sociedade portenha, uma vez que as fábricas foram para o subúrbio, onde havia grandes terrenos a bons preços e o baixo mundo, anteriormente instalado no arrabalde, transferiu-se para o centro da cidade.
 Assim, a prostituição se fez urbana, dos humildes lupanares ou cuartos de chinas cuarteleras, o tango passou aos luxuosos cabarés do centro da cidade, o que propiciou a inclusão de conjuntos e pequenas orquestras tangueiras nos referidos locais. O tango também conquistou o teatro rio-platense, onde se passaram a apresentar sainetes (esquetes rápidos) em que sempre havia a apresentação de um tango.

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... engendraram-se por volta de 1870, como fusão de candombe, música de origem africana, dançada ao som de tambores e atabaques; de tango andaluz, variante do canto flamenco como uma forma alegre e picante; da habanera cubana, levada para a zona portuária de Buenos Aires pelos marinheiros que vinham do Caribe, a qual lhe conferiu a melodia sentimental e da milonga, originada na payada, poesia espontânea, típica do interior do Uruguai e da Argentina, composta geralmente por seis versos octassílabos improvisados, cantados por repentistas.

Em meados de 1888, surgiram os tangos inteiramente definidos, estruturados em duas ou três partes de dezesseis compassos cada uma e articulados em períodos de oito compassos. Nesta época, criaram-se as primeiras letras, de teor geralmente pornográfico, em referência à vida no prostíbulo, ao físico das prostitutas e ao ato sexual.


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